Concerto – Coral do ensino médio noturno do Colégio São Luís

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No dia 09 de março, às 20h00, no Pateo do Collegio, celebraremos a Missa do I Domingo da Quaresma.

Celebrante: Padre Carlos Alberto Contieri, SJ
Participação: Schola Cantorum do Pateo do Collegio, coros convidados, órgão e sexteto de metais
Regência: Monsenhor Marco Frisina

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No período de 08 a 23 de março de 2019 o Brasil receberá a visita do Monsenhor Marco Frisina, compositor e maestro de Música Sacra. Ele passará por São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Aparecida, realizando Conferências, Concertos e Celebrações. Confira todas as informações aqui.

Garanta sua vaga! As inscrições são limitadas.

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Temos a satisfação de convidar para o “I Studium de Música Sacra: Canto Gregoriano e Órgão” em parceria com a Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), o Centro de Estudos de Música Sacra e Liturgia da Arquidiocese de Campinas (CEMULC), que trará ao Brasil dois especialistas em Música Sacra de renome internacional: Monsenhor Marcos Pavan (Magister Puerorum da Cappella Musicale Pontificia Sistina) e Josep Solé Coll (Organista titular da Basílica de São Pedro, no Vaticano).

Inscrições gratuitas e limitadas!

Para maiores informações, acesse o link abaixo:

I Studium de Canto Gregoriano

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“O homem, criatura de Deus, traz em si a marca do Criador, o ‘Artista do universo’. A maneira de soltar e exprimir essas marcas é o sonho, a poe- sia, a música, a arte. A linguagem das artes, mais do que qualquer outra linguagem, aproxima o homem do mistério, da fonte da Beleza, de que ele próprio participa. Deus é pura Beleza. Deus é Amor. Quem ama canta. Por isso o homem, marcado por Deus, canta ao seu Deus. A música sacra é, as- sim, uma mediação que leva o homem a Deus, que traz Deus ao homem”, diz o padre Antonio Cartageno.

Música na LiturgiaÉ na liturgia que somos convidados a deixar-nos tocar pela ação salvífi- ca de Deus, participando desse modo, da Sua própria glória e perfeição eternas. A liturgia surge assim como uma realidade complexa, onde Deus e o Homem se encontram, dialogam, se comunicam, partilham as suas intimidades, se redescobrem e recriam. A música está presente na liturgia para dar forma ao rito humano-divino. Na verdade, as várias linguagens e expressões de arte são a mediação privilegiada, através da qual a ação litúrgica acontece. A linguagem artística tem revelado, ao longo de todos os tempos, uma especial aptidão para exprimir e concretizar este diálogo entre Deus e o Homem e realizar o Seu plano salvífico. Por isso, a Arte está presente na liturgia. Dentre todas as formas de Arte, a música ocupa um lugar de excelência e desempenha um papel privilegiado e insubstituível na liturgia, como reconhece o Concílio Vaticano II: «a tradição musical da Igreja é um tesouro de inestimável valor, que excede todas as outras expressões de arte…». (SC 112)

A liturgia, o canto, une as pessoas, anima e dá vida à celebração. Facili- ta passar de “uma só voz” a “um só coração”, e, finalmente, a “uma só alma”, como se vê na espiritualidade das comunidades primitivas. Podemos, pela liturgia, unir nossa voz à dos anjos, sendo realmente nosso can- to exultação de um povo feliz e redimido. O canto ainda amplia o sentido das palavras e, por outro lado, sonda o mais profundo da interioridade do ser, cativa e faz brotar os sentimentos mais puros e profundos da alma hu- mana. Ele nos liberta dos limites da palavra, do racionalismo intelectual, do mero conceito, para dar-nos uma projeção do infinito e do indizível, na alegria que faz o coração exultar diante do mistério.

Música na LiturgiaMais do que a sacralidade da música, importa refletir sobre o seu papel es- pecífico e próprio, ou seja, sobre a possibilidade da linguagem musical in- tegrar o conjunto de expressões, verbais e não verbais, pelo qual a liturgia acontece e se desenvolve. Desse modo, a expressão musical aparece como a concretização das ações rituais em forma de linguagem artística sonora. Citando o Cardeal Ratzinger (Papa Bento XVI) numa entrevista que deu em 1985 a Vittorio Messori – Diálogos sobre a fé -, onde, entre vários temas, fala também da música sacra. Diz ele que:
“A Igreja tem o dever de ser também ‘cidade da glória’, lugar em que se reúnem e se elevam aos ouvidos de Deus as vozes mais profundas da hu- manidade. A Igreja não pode satisfazer-se com o ‘ordinário’, com o usual. Deve reavivar a voz do cosmos, glorificando o Criador e revelando do pró- prio cosmos a sua magnificência, tornando-o belo, habitável e humano”… Diz, a propósito, João Paulo II no seu Quirógrafo sobre a Música Sacra, citando, por sua vez, Paulo VI:
“Não pode existir uma música destinada à celebração dos sagrados ritos que não seja, antes, ‘verdadeira arte’, capaz de ter a eficácia que a Igreja deseja obter, acolhendo na sua liturgia a arte dos sons’”.

 

Felipe Bernardo

 

Ref.: João de Araújo: Importância do canto na liturgia
José Paulo Antunes: Novos paradigmas da música litúrgica

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Felipe Bernardo

Natural de Botucatu, concluiu o bacharelado em Música – Piano Popular na Faculdade Santa Marcelina (FASM) em São Paulo, sob a orientação de Mariô Rebouças e Ilza Antunes, aperfeiçoando–se no CLAM (Zimbo Trio) com Nelson Bergamini na mesma época que iniciou o curso de graduação. Na faculdade, regeu o “Coral Livre da FASM”, curso de extensão dedicado a difundir a música coral. Acompanhou o Coral Santa Marcelina de Botucatu de 2000 à 2014, sob a regência do Prof. José Alberto Corulli, com quem teve grande parte de sua formação artístico-musical. Com este coro participou de turnês nacionais e internacionais.
Tocou como solista e organista/pianista colaborador em diversos países, dentre eles Estados Unidos, Portugal, Itália, Alemanha, Suíça e Bolívia.
Participou de cursos e festivais voltados para música popular e erudita, nas áreas de performance musical, regência coral e orquestral e educação musical.
Fez os estudos na area de regência coral com José Alberto Corulli, João Batista Biglia, Beat Raaflaub (Suiça), Paulo Celso Moura (OSESP), Eduardo Lakschevitz (UNIRIO) e Henry Leck (Indiana-USA), dentre outros.
De 2009 à 2011 foi Organista Assistente na Basílica Nossa Senhora do Carmo.
Desde 2008 é Organista Titular e Mestre de Capela no Pateo do Collegio – sua principal atividade – onde compõe repertório sacro/litúrgico e rege a Schola Cantorum do Pateo.
Colabora como organista com importantes coros, destacando o projeto “Bachianas Paulistas” – Cantatas de Bach com o Coro Luther King, sob a regência do Mto. Martinho Lutero Gallati e a participação como continuista na montagem do “Messias” de Handel, no Theatro Municipal de São Paulo com o Coral Paulistano e OER.
Desenvolve intensa atividade como solista e camerista.
Atualmente é aluno regular do Programa de Pós Graduação em Música da UNESP, Mestrado em Performance Musical – Órgão, sob orientação da Prof. Dr. Dorotea Kerr.

 


Flávio Fachini Ferreira

Natural de São José dos campos, começou os estudos de música aos 16 anos com Clara Zarur, com quem teve aulas de piano erudito e popular.
Aos 18 anos entrou no Coro Jovem Sinfônico de São José dos Campos, aprimorando o estudo de solfejo, teoria musical, técnica vocal e fonética de vários idiomas. Com este grupo participou de montagens de grandes obras como Nona Sinfonia de Beethoven, Réquiem de Mozart, Réquiem de Fauré (como solista), Réquiem de Verdi, Carmina Burana de Carl Orff, Paixão Segundo São João de J.S. Bach, Lobgesang de Mendelsohn entre outras.
Integrou o Coro Jovem do Estado por dois anos (2008 e 2010), participando de concertos pela cidade de São Paulo, e Campos do Jordão com repertório renascentista, barroco e brasileiro.
No Theatro São Pedro fez parte das temporadas de 2010 e 2011, integrando os coros das óperas: Rogoletto de Verdi, Viúva Alegre de Lehár, Norma de Bellini, Romeu e Julieta e Gounod e Guarani de Carlos Comes. Além de concertos sinfônicos e óperas em forma de concerto.
Em 2014 foi professor de coral no projeto OCA dos Jesuítas em Embu das Artes que atende aproximadamente 200 jovens da cidade.
Está cursando licenciatura em Música na Universidade de São Paulo – ECA/USP.
Desde 2014 é professor de Solfejo no Coro Jovem Sinfônico de São José dos Campos e desde 2011 é monitor e professor de técnica vocal na Schola Cantorum do Pateo do Collegio.

 


Rafaela Romam

Rafaela Romam é bacharel em Canto e Arte Lírica pela Universidade de São Paulo (USP), com orientação dos professores Ricardo Ballestero e Francisco Campos Neto. Com ampla experiência em coros, cantou sob a regência de Roberto Rodrigues (Conjunto de Música Antiga da USP), Marco Antônio Silva Ramos (Coro de Câmara Comunicantus ECA-USP) e Isaac Karabtchevsky. Trabalhou também como preparadora de voz de atores na “Ópera do Desaparecimento”, peça contemplada pelo PROAC Primeiras Obras (2014). Formada em violão erudito, pesquisa e canta obras do cancioneiro popular brasileiro e leciona aulas de violão, canto erudito e popular e musicalização infantil. Também integra como monitora a Schola Cantorum do Pateo do Collegio (SP).

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