Aniversário do Pateo do Collegio

Museu Anchieta

Inaugurado em 1979, tem como missão resgatar a memória e importância do local, proporcionando reflexões a cerca da fundação de São Paulo e, sobre o papel dos jesuítas no dia-a-dia desses primeiros habitantes.

O acervo do museu é predominantemente composto de peças de arte sacra que remetem à vida social paulistana intrinsecamente ligada a religiosidade dos primórdios da cidade. As peças compreendem desde o século XVI ao XX, do antigo Colégio de São Paulo, objetos dos primeiros fundadores, peças do cotidiano, arte sacra, pinacoteca, dentre outras.

O edifício no qual está instalado trata-se de um memorial construído no século XX, e que preserva duas paredes remanescentes dos séculos XVI e XVII.

Com o auxílio de painéis, mapas, textos explicativos, maquete e pinacoteca, os visitantes podem contextualizar histórica, geográfica e artisticamente, a fundação da cidade, e as transformações sofridas no local de 1554 até os nossos dias. Além de sala com amplo acervo de relíquias de Santos e Mártires da Igreja Católica.

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No próximo dia 16 realizaremos uma visita monitorada pelo acervo do Museu Anchieta.

Inscrições gratuitas! Garanta logo a sua vaga 🙂

 

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Exemple

Comemoração dos seis anos de reabertura do Café do Pateo.
Músicas clássicas para o acordeon, popular e erudito.
No jardim interno do Pateo do Collegio, logo após a missa das 10h00.

Nas sanfonas : Lucas Venutti, Eduardo Oliveira, Fernando Meli

 

Gratuito

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1560

Registro mais antigo de pessoa enterrada na Igreja de São Paulo dos Jesuítas. Isabel Dias (Bartira).

1680

Construção dos Alicerces em Pedra Apiloada para a nova Igreja dos Jesuítas de pedra e taipa de pilão. Traslado dos corpos encontrados sob o altar da Igreja e próximo ao inicio da assembléia para um vala única a frente do altar central.

1757

Utilização do espaço subterrâneo da Igreja, alicerces, para a oficial criação de uma Cripta.

1896

13 de Março, início da demolição da Igreja de Bom Jesus remanescente de 1680.

1897

Foram então iniciados os trabalhos de exumação, precedendo aos de demolição, e sendo abertas as sepulturas existentes no corpo da Igreja Os ossos retirados destas sepulturas estavam encerrados em pequenas urnas de madeira, já bastante apodrecidas, e na profundidade de oitenta centímetros mais ou menos; todos, a exceção dos do Padre Guilherme Pompêo, bastante estragados e poidos. Estado de deterioramento grande, quase não se consegue distinguir um corpo do outro.

Na capela mór foram abertas cinco sepulturas, que ao que parece serviam de ossuário, pois que em mais de uma se encontraram misturados crânios e fragmentos de ossos de mais de um individuo. Na parede da mesma capela, à esquerda, junto à porta que dava para a sacristia, acharam-se também alguns ossos em uma pequena catacumba. Nas grossas paredes da antiga torre ainda remanescente a igreja de 1680, ao contrario do que em geral se resumia, nenhuma catacumba foi descoberta. Foram todos estes restos veneráveis separadamente envolvidos em urnas de madeira, e transferidos com as respectivas lapides para a Igreja de S. Pedro”.

1901

Os corpos encontrados e os que estavam na Igreja de São Pedro, inclusive o do Cacique Tibiriça foram traslados para a Igreja do Coração de Maria no bairro da Santa Cecília

1930

O corpo do Cacique Tibiriça é levado para a Cripta da Cathedral da Sé.

1970-79

Corpos ainda são encontrados no interior da Igreja do Beato José de Anchieta. Responsável pela a segunda exumação dos corpos o Arqueólogo Dr. José Anthero Pereira Junior, falecido aproximadamente em 1975.

1979

Alguns corpos que estavam na Igreja do Coração de Maria retornam para o Pateo

2002

Cripta é aberta ao público como sala de exposições do Museu Anchieta.

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