Concerto – Vozes Paulistanas

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O Coral Vozes Paulistanas foi criado em 2005 por Teresa Longatto e alunos e divulga música brasileira do séc XVIII ao XX de autores como José Maurício Nunes Garcia, André da Silva Gomes, Manuel Dias de Oliveira e anônimos de Ouro Preto (MG). Busca também a interpretação fiel da MPB com influência do choro, maxixe e polca. Recentemente, inclui o sacro europeu e ópera cênica ao repertório em parceria com orquestras da Grande São Paulo apresentando obras como Falstaff de Verdi, Iphigenia in Tauris de Gluck, Missas em Sol e Lá de Schubert, Missa da Coroação e Réquiem de Mozart. O grupo se apresenta regularmente na capital e interior de São Paulo e realizou concertos no Uruguai nas cidades de Montevideo, Salto e Bella Union em 2006 e 2007.

Teresa Longatto é especialista em Metodologia do Ensino Superior e formou-se em Regência Coral e Canto pela Faculdade de Artes Alcântara Machado onde estudou piano e flauta transversal. Aperfeiçoa seus estudos de canto com o renomado professor Carmo Barbosa e de Fisiologia da Voz com a Dra. Silvia Pinho.  Foi preparadora coral das óperas Don Pasquale, Carmen, Iphigenia in Tauris, Falstaff, Colombo, Il Guarany, Romeu e Julieta e A Viúva Alegre, todas realizadas no Teatro São Pedro entre 2011 e 2014. Em 1998, com a Camerata Novo Horizonte, gravou o “Ophicium – 1816” de José Maurício Nunes Garcia, considerada a primeira gravação mundial desta obra. Como integrante do Brasilessentia Grupo Vocal, realizou três turnês pela Itália – incluindo o Vaticano – e gravou cinco CD’s, cujo repertório de música brasileira dos séculos XVIII e XIX, foi extraído de partituras originais de arquivos sacros localizados em São Paulo e Minas Gerais. Por 30 anos fez parte do Departamento de Música da FMU-FIAM/FAAM, dá palestras e oficinas em cidades de São Paulo e, no Uruguai, promoveu importante aula-espetáculo na Universidade da República e concerto de gala no Teatro Sollis de Montevidéu.

PROGRAMA:

Antônio José de Almeida

Música para Verônica

Anônimo séc. XVIII

Bajulans

José Maurício Nunes Garcia

Sepulto Domino

Domine Tu Mihi Lavas Pedes

Domine Jesu

Crux Fidelis

Gradual para Domingo de Ramos

André da Silva Gomes 

Scapulis Suis

Osvaldo Lacerda

Ave Maria

Solista convidada: Tati Helene – soprano

Piano: Adriana Gesso

Regência: Teresa Longatto 

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O ensino de História indígena: possibilidades de abordagem

No próximo dia 27 de abril, o Museu Anchieta trará a Profa. Dra. Antonia Terra de Calazans Fernandes do Departamento de História da USP para falar de uma temática premente na atualidade: como abordar a história e cultura indígenas, seja na educação formal, seja em espaços culturais que trabalham com este conteúdo, como é o caso do Museu Anchieta.

Desde 2008, quando foi aprovada a lei nº 11.645 que inseriu nas Diretrizes Básicas de Educação o ensino de História e cultura indígena, muito se tem avançado nos estudos e nas diversas abordagens sobre o tema. Ainda assim, professores e os mais diversos educadores ainda encontram muitos desafios para responder à nova legislação. Por isso, a palestra é voltada a todos os que se interessam pela questão.

As inscrições serão realizadas por e-mail (museu@pateodocollegio.com.br) e será cobrada uma taxa de R$ 20 (vinte reais) para participação. Todos os presentes receberão em seu e-mail de cadastro o respectivo certificado.

Dúvidas e sugestões, favor entrar em contato no e-mail museu@pateodocollegio.com.br

ou pelo telefone (11) 3105-6899

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Consulta aos materiais

A consulta aos materiais é permitida somente no local, em sala de leitura exclusiva para os usuários. O acervo é fechado, sendo permitido o acesso direto somente às obras de referência. O acesso à biblioteca independe de agendamento. Caso o usuário solicite, faz-se consulta e reserva de material através de contato por telefone ou e-mail. A solicitação da pesquisa pode ser por nome do autor, título da obra ou assunto a ser pesquisado.

Para acessar nosso catálogo acesse o link abaixo:

https://biblioteca.aneas.org.br/pergamum/biblioteca/index.php

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Horário

Terça a sexta, das 09h00 às 16h30
Acesso permitido mediante apresentação de documento de identidade na recepção.

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Única apresentação da organista russa, Maria Mokhova, no Pateo do Collegio.
Entrada gratuita!

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O Pateo do Collegio recebeu a visita do Superior Geral dos Jesuítas, padre Arturo Sosa, na quarta-feira (25/10/17). Durante a visita guiada pelas dependências do Memorial, o Padre Geral da Companhia de Jesus demonstrou tranquilidade e alegria por estar em uma obra tão significativa do ponto de vista histórico para os jesuítas. Berço da fundação da cidade de São Paulo, o Pateo do Collegio foi um dos poucos patrimônios históricos devolvidos à Ordem religiosa depois da sua expulsão do Brasil, em 1759.

Pe. Arturo Sosa comentou que já havia estado nas dependências do Pateo do Collegio em uma breve passagem por São Paulo. No entanto, na ocasião, não teve a oportunidade de conhecer mais de perto o trabalho desempenhado pela obra como um todo.

Memorial da Companhia de Jesus em São Paulo, o Pateo do Collegio é o marco da fundação da cidade, nascida de uma missão dos jesuítas no país. Nesta obra, podemos mergulhar na história da cidade de São Paulo e da Ordem religiosa. Localizado no coração da capital paulista, o complexo dispõe de Igreja, Museu, Biblioteca e Café, além de possuir suas extensões na cidade de Embu das Artes, com o Museu de Arte Sacra dos Jesuítas e as Oficinas Culturais Anchieta (OCA), projeto social que atende 200 crianças e adolescentes em situação de risco, no contra turno escolar. O Padre Geral agradeceu pessoalmente aos colaboradores da obra.

Ao meio-dia, foi realizada uma celebração eucarística com a presença de jesuítas e leigos de diversas obras da capital e do Brasil. Na ocasião, rememorou-se o dia de Santo Antônio de Santana Galvão, santo franciscano que teve parte de sua formação inicial com os jesuítas e ficou conhecido como o “homem da paz e da caridade”. O Pe. Arturo Sosa destacou a relação fraterna que une jesuítas e franciscanos e lembrou que, ao escolher o nome papal, Jorge Bergoglio, o primeiro Papa jesuíta, optou por ser chamado de Francisco em razão de São Francisco de Assis. O jesuíta lembrou ainda que Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, também se inspirou em Francisco de Assis em seu processo de abdicação dos bens materiais, estar próximo dos menos favorecidos e encontrar Deus em todas as coisas. A visita do Superior Geral ao Memorial encerrou-se com um almoço, para então seguir com sua agenda na capital paulista.

Fonte: Equipe do Pateo do Collegio

Fotos: Núcleo de Comunicação da Província dos Jesuítas do Brasil-BRA/Ir. Lucemberg, S.J.

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