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- Música no Pateo apresenta "Boccherini e Dvořák – Viagens sonoras"
Com o Quarteto Pasárgada Música no Pateo apresenta "Boccherini e Dvořák – Viagens sonoras" Com o Quarteto Pasárgada O próximo concerto da série “Música no Pateo” traz um encontro vibrante entre dois mundos sonoros: o brilho dançante do Fandango de Luigi Boccherini e o lirismo cheio de frescor do Quarteto Americano de Antonín Dvořák. No Quinteto em Ré Maior, Boccherini nos transporta à atmosfera espanhola do século XVIII — com seu célebre movimento final inspirado nas danças populares andaluzas. Já Dvořák, em seu Quarteto Americano, composto durante sua temporada nos Estados Unidos, mistura a tradição europeia às melodias e ritmos do Novo Mundo, criando uma obra de pura vitalidade e cor. Um programa que celebra a diversidade, o diálogo entre culturas e a força expressiva das cordas. ✨ Música no Pateo apresenta “Boccherini e Dvořák – Viagens sonoras” Com o Quarteto Pasárgada Luciano Nestares (violino 1), Gabriel Lima (violino 2), Daniel Magano (viola) e Sandro Francischetti (cello/castanhola). Participação: Thiago Tavares (violão) 🗓️ Dia 28 de outubro (terça-feira), às 20h 📍 Na antiga cripta do Pateo do Collegio - Acesso ao final da Rua Roberto Simonsen - Centro. Estacionamento no local. Duração aprox.: 60 min. Ingressos à venda no nosso site: www.pateodocollegio.com.br/musica-no-pateo #vempropateo Aberto para todos desde 1554. Voltar a "Eventos"
- Atividades OCA | Pateo do Collegio
Nossas Atividades 200 Atendimentos diretos 2.400 Refeições servidas por mês Reuniões mensais com familiares dos atendidos Além das nossas oficinas... Oficina de cerâmica Através de procedimentos práticos da modelagem cerâmica, o atendido desenvolve projetos enfatizando técnicas, processos e procedimentos relacionados à produção criativa, conhecendo, também, queima em forno a gás e suas técnicas de uso. Oficina de papel artesanal O papel artesanal aceita facilmente qualquer atividade: colagem, apliques e dobras. Além de reciclagem, promove o diferencial nos produtos: nunca haverá uma folha idêntica a outra, pois cada folha expressa uma personalidade, portanto, cada trabalho será especial e único. Aulas de violino A música possui um papel importante na educação das crianças, contribuindo para o desenvolvimento psicomotor, socioafetivo, cognitivo e linguístico, além de ser facilitadora do processo de aprendizagem e uma grande aliada no crescimento saudável. Aulas de violão e flauta doce Aulas de violão e flauta doce. Ensino teórico com suporte bibliográfico. Princípios e fundamentos da improvisação e suas aplicações práticas. Lições construídas com base na criação de repertório. Estudos de gênero musicais e suas estruturas. Aulas de iniciação musical. Dança Atividades que valorizam o autocuidado, autoconhecimento, consciência dos limites corporais e a concentração.
- Institucional | Pateo do Collegio
Direção P. Carlos Alberto Contieri, SJ Equipe Mail Mail Mail Mail Mail Biblioteca Pe. Antonio Vieira: Silvia Maria Azevedo Comunicação: Larissa Maia Artoni Educativo: Eron Matheus Bitencourt Patrimônio: Jéssica Carvalho Silva Igreja São José de Anchieta
- Lançamento do álbum “Vinde, Adoremos!” das Edições CNBB | Pateodocollegio
Lançamento do álbum “Vinde, Adoremos!” das Edições CNBB O trabalho é resultado da parceria do Coro da Arquidiocese de Campinas com a Schola Cantorum do Pateo do Collegio 26 de nov. de 2024 Acaba de ser lançado o álbum "Vinde, Adoremos!", uma parceria do Coro da Arquidiocese de Campinas e da Schola Cantorum do Pateo do Collegio. Trata-se de um trabalho encomendado pelas Edições CNBB, com cantos especialmente preparados para o Advento e o Natal. Disponível em todas as plataformas digitais! Link no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/6rdbpk9fBrMOsDQrj5Asqw?si=jheA1T-0S8a4OuLEexeSCQ Voltar a "Notícias"
- Lançamento do livro "Igrejas de São Paulo"
Com participação dos organizadores da publicação: Percival Tirapeli e Laura Carneiro. Lançamento do livro "Igrejas de São Paulo" Com participação dos organizadores da publicação: Percival Tirapeli e Laura Carneiro. No próximo dia 28 de janeiro (sexta-feira), a partir das 18h, haverá o lançamento das Edições Loyola "Igrejas de São Paulo - Arte e Fé", com a presença dos organizadores da publicação: Percival Tirapeli e Laura Carneiro. Além da apresentação da obra, haverá uma sessão de autógrafos com os autores e co-autores do livro. Evento aberto ao público! (Serão adotados todos os protocolos de segurança no âmbito da pandemia do covid-19). Voltar a "Eventos"
- Intensa programação cultural marca o mês de julho no Pateo do Collegio | Pateodocollegio
Intensa programação cultural marca o mês de julho no Pateo do Collegio Concertos, teatro e muitas ações educativas rechearam a programação cultural do lugar de nascimento da cidade de São Paulo, com opções para todos os gostos e bolsos 29 de jul. de 2025 O mês de julho foi recheado de atrações para os visitantes do complexo histórico, cultural e religioso Pateo do Collegio. O público contou com uma intensa programação, a começar pelos concertos da série “Música no Pateo”: Strings , uma homenagem à música de câmara para cordas pela Orquestra de Câmara L’Estro Armonico na Igreja São José de Anchieta e uma noite de jazz e chorinho na antiga cripta do Pateo com o Samuel Pompeo Quinteto, marcaram a agenda da série neste mês. Além disso, um concerto gratuito do Coro da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) na Igreja São José de Anchieta, reuniu um grande público no centro de São Paulo. Além da música, os visitantes contaram com diversas ações educativas promovidas pela equipe do Educativo do Museu Anchieta e da Biblioteca Pe. Antônio Vieira: oficinas, workshops e monitorias em homenagem ao Dia Mundial das Bibliotecas – comemorado no dia 1º de julho – aconteceram todas as sextas-feiras do mês na biblioteca e um teatro de sombras sobre a história de São José de Anchieta, voltado especialmente para o público infantil, aconteceu no último sábado, dia 26. E também no último sábado, o público contou com uma apresentação gratuita de teatro com o ator Ayrton Salvanini interpretando o Sermão da Sexagésima do Pe. Antônio Vieira (1608-1697), uma das peças mais notáveis da oratória sacra em língua portuguesa. Confira algumas imagens! Fotos: Pateo do Collegio, Alexandre Silva e Felipe Skeggur Voltar a "Notícias"
- Ação Educativa MASJ | Inscreva-se
INSCREVA-SE ENCONTRO DE FORMAÇÃO para Guias de Turismo Nome completo RG Email Telefone Cidade Região/Estado/Província Escolaridade * Ensino Fundamental I Ensino Fundamental II Ensino Médio Graduação Mestrado Doutorado Profissão Por que se interessou em participar deste curso? Concordo com a Política de privacidade e proteção de dados Autorizo o uso da minha imagem conforme os termos Já participou de algum curso/evento promovido pelo Museu? Se sim, qual? Pagar a taxa e enviar Como ficou sabendo do curso? * Facebook Instagram Whatsapp E-mail Site Cartaz Indicação Obrigado pelo envio! Você receberá um e-mail de confirmação da sua inscrição no endereço indicado em até 48hrs.
- Ação educativa do projeto "Nosso MASJ + Seguro" disponível no canal do Pateo do Collegio no Youtube | Pateodocollegio
Ação educativa do projeto "Nosso MASJ + Seguro" disponível no canal do Pateo do Collegio no Youtube Palestra on-line do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas 18 de nov. de 2024 A palestra on-line " Salvaguarda contra incêndio em edifícios históricos", com Eron Bitencourt (FFLCH/USP) e Jéssica Carvalho Silva (FAU/USP), realizada no dia 18 de outubro de 2024 pela equipe do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas, já está disponível no nosso canal no YouTube. A atividade integra as ações educativas do projeto “Nosso MASJ + Seguro”, que é financiado pela Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo através do Edital ProAC 31/2023-1683.5673.7283. O Museu de Arte Sacra dos Jesuítas é uma obra do Pateo do Collegio e da Companhia de Jesus no Brasil. Voltar a "Notícias"
- Histórico OCA | Pateo do Collegio
Histórico Somos cada um dos nossos 17 mil atendimentos realizados Iniciado em 2002 no Pateo do Collegio, durante a reforma do Museu Anchieta, o Projeto OCA atendia cerca de 15 crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos. As atividades eram oficinas de artesanato, realizadas terças e quintas-feiras nos períodos da manhã e tarde para moradores em situação de vulnerabilidade social do bairro Morro Doce (região Oeste de São Paulo). Recebiam passagens para transporte e lanche. Em 2007, o então diretor do Pateo do Collegio, Padre Carlos Alberto Contieri, decidiu transferir o Projeto OCA para o Museu de Arte Sacra dos Jesuítas, em Embu das Artes, tendo em vista a realidade social do Município. A cidade de Embu das Artes compõe a sub-região Oeste da região metropolitana de São Paulo, caracterizada por pequena concentração industrial, baixo potencial de crescimento econômico e amplas áreas de proteção de mananciais. Estância turística, a história da cidade está diretamente relacionada com o Museu de Arte Sacra dos Jesuítas (MASJ) e com a chegada dos padres Jesuítas no Brasil. Em 2019, já eram oferecidas, além de artesanato, oficinas de cerâmica e entalhe em madeira, chegando a atender 75 jovens. O Projeto cresceu e, em maio de 2013, foi transferido para o atual endereço em Embu das Artes (Estrada Kaiko, 40). Atualmente, 150 crianças e adolescentes em situação de risco são atendidos após a jornada escolar. Recebem, além de transporte e refeições, acesso a oficinas de violão, violino, canto, dança, preservação, cerâmica, reciclagem, pintura, jogos de tabuleiro e recreação esportiva. Contando com uma equipe de 14 funcionários e 03 colaboradores, hoje, também oferece acompanhamento pedagógico e assistencial.
- Acervo Museu Anchieta | Pateo do Collegio
Acervo O acervo do Museu Anchieta é predominantemente composto de peças de arte sacra que remetem à vida social paulistana intrinsecamente ligada à religiosidade dos primórdios da cidade. As peças compreendem desde o século XVI ao século XX, do antigo Colégio de São Paulo, além de objetos dos primeiros fundadores, peças do cotidiano, de arte sacra, pinacoteca, objetos indígenas e a antiga coleção de animais taxidermizados do Colégio São Luís (que atualmente compreende nosso Museu de História Natural - Sala Athanasio Kircher). Apresentação Educativo Visita
- Exposição "Em cena: o teatro do Pateo para a cidade" | Pateodocollegio
Exposição "Em cena: o teatro do Pateo para a cidade" Nova exposição do Museu Anchieta aborda a história do teatro na cidade de São Paulo 3 de fev. de 2025 O Museu Anchieta inaugura a exposição "Em cena: o teatro do Pateo para a cidade", uma imersão na história do teatro em São Paulo, desde suas raízes no teatro jesuítico até os dias atuais. A mostra apresenta a importância das artes cênicas na formação cultural da cidade de São Paulo e o papel do Pateo do Collegio como protagonista e anfitrião desta expressão artística ao longo dos séculos. A exposição percorre momentos marcantes da história teatral paulistana, partindo das representações promovidas pelos jesuítas no século XVI, que tinham como destaque as obras de São José de Anchieta (1534-1597), considerado precursor do teatro brasileiro. A tradição teatral dos colégios jesuíticos, que permanece viva até os dias de hoje, também é abordada na mostra, evidenciando o uso do teatro como ferramenta educativa e de evangelização. Outro destaque é a história da Casa da Ópera de São Paulo – o primeiro teatro oficial da cidade – inaugurada no mesmo local do atual Pateo do Collegio em 1767 e sua evolução até a era cafeeira, quando os teatros se tornaram espaços fundamentais de lazer e socialização para a elite paulista. A exposição também apresenta a revitalização cultural do Pateo do Collegio no século XX, com a reconstrução de seu espaço histórico e a retomada da produção teatral. Entre os momentos marcantes dessa nova fase, destaca-se a parceria com a Fundação Theatro Municipal de São Paulo, que culminou, em 2024, na apresentação da ópera Savitri . Com curadoria da equipe do Museu Anchieta e apoio da Fundação Theatro Municipal de São Paulo, da Fundação Energia e Saneamento e da Gallas & Disperati, a exposição "Em cena: o teatro do Pateo para a cidade" busca resgatar e celebrar a história do teatro na cidade de São Paulo, proporcionando ao público uma reflexão sobre a importância do berço de São Paulo na formação cultural da capital paulista. _ SERVIÇO Exposição "Em cena: o teatro do Pateo para a cidade" Em cartaz no Museu Anchieta, Pateo do Collegio – São Paulo De terça a sábado, das 9h às 16h45. Ingressos de R$5 a R$20 Voltar a "Notícias"
- Anchieta, um exemplo de resiliência | Pateodocollegio
Anchieta, um exemplo de resiliência Texto de autoria do Pe. Carlos Alberto Contieri, SJ, publicado por ocasião do dia de São José de Anchieta 9 de jun. de 2023 ANCHIETA, UM EXEMPLO DE RESILIÊNCIA P. Carlos A. Contieri, SJ. No dia 9 de junho, nós celebramos a memória litúrgica de São José de Anchieta, Apóstolo do Brasil e, juntamente com Nossa Senhora da Conceição Aparecida, é também padroeiro do Brasil. Ele é também o padroeiro da Província dos Jesuítas do Brasil (BRA). Os santos são para a Igreja Católica um exemplo para a vivência da fé e da vocação cristã. Santos porque souberam entregar tudo a Deus. Sempre há algo da virtude, da atitude e da atividade dessas pessoas que, ultrapassando o contexto histórico em que viveram, pode ser uma referência e inspiração para viver o tempo presente com aquilo que a vida exige de todos, a saber, a coragem. Há mais de dois anos o mundo vive as imensas dificuldades da pandemia do Covid-19 e chora os milhões de mortos, consequência do vírus letal e de políticas públicas equivocadas que desprezam por completo o dom e o respeito pela vida humana. Podemos juntar ao rol das consequências, os graves problemas psicoemocionais e o empobrecimento surpreendente do nosso povo, já estigmatizado pela fome. Anchieta, como os demais jesuítas que, por primeiro, estiveram nessa terra do novo mundo enfrentaram todo tipo de dificuldade, incluindo, enfermidades que tiraram a vida de inúmeras pessoas, sobretudo, dos mais vulneráveis socialmente. A sua escolha em ajudar incansavelmente às pessoas pode inspirar um modo de viver e atitudes que correspondam à nossa fé e são dela exigências. Vale lembrar que Anchieta veio ao Brasil, depois de dois anos de noviciado, em Coimbra, acometido de uma enfermidade que provocou o deslocamento da espinha dorsal e que lhe causava dores horríveis. Em 1553, embarcou para o Brasil na esquadra de D. Duarte da Costa. Era uma prova para ver se resistiria à dureza da missão nessa nova terra. Numa carta datada de 1 de junho de 1560 ao P. Diogo Laínez, então Prepósito Geral da Companhia de Jesus, Anchieta escreve: “De muitos poderia contar, sobretudo escravos, de entre os quais uns morrem pouco tempo depois de serem batizados; outros que, batizados há mais tempo, depois de fazerem a confissão, partem ao encontro do Senhor. Por isso, andamos quase sem parar visitando várias povoações, tanto de índios como de portugueses, sem ter em conta calores, chuvas ou grandes enchentes de rios; e muitas vezes de noite, por bosques muito escuros, socorremos os enfermos não sem grande trabalho, quer por causa das asperezas dos caminhos, quer pela incomodidade do tempo, sobretudo sendo tantas estas povoações e tão longe umas das outras, que não somos bastantes para acudir a tão diversas necessidades urgentes e, ainda que fôssemos muitos mais, mesmo assim não seríamos suficientes. Além disso, ao socorrermos as necessidades dos outros, muitas vezes nós mesmos sofremos indisposições e desfalecemos no caminho, fatigados de dores, de tal modo que dificilmente podemos chegar ao destino. Deste modo, não parecem ter menos necessidade de ajuda os médicos que os próprios enfermos. Mas nada é árduo para aqueles que procuram unicamente a honra de Deus e a salvação das almas, pelas quais não duvidarão dar a vida. Muitas vezes nos levantamos do sono para socorrer os doentes e os moribundos...”. A doutrina é indispensável para balizar o conteúdo e a profissão de fé, mas ela não é mais importante que a vida. Os jesuítas, sem deixarem de ser fiéis à fé da Igreja, se preocuparam, sobretudo, com a vida e o mundo das pessoas, a ponto de serem criticados por serem “amigos do mundo”. Na carta supracitada, Anchieta descreve um cenário de extrema dificuldade em que a morte não somente ameaça, mas faz vítimas e o engajamento dos padres e irmãos da Companhia de Jesus em socorrer as imensas demandas às quais, não obstante o esforço gigantesco, eles não conseguem responder adequadamente às solicitações, pois o contingente humano, as dificuldades de ordem geográficas, as limitações físicas dos missionários exauridos pelo trabalho impossibilitavam o socorro de tantas necessidades. Os jesuítas também abriram boticas, uma das quais em São Paulo, no lugar conhecido hoje como Pateo do Collegio, com o intuito de produzir os medicamentos naturais capazes de combater as mais diversas enfermidades. Certamente, o trabalho incansável dos primeiros jesuítas, sua doação sem limites, a ciência das coisas, a criatividade e a solidariedade puderam salvar muitas vidas. Eles não pensavam em si mesmos, mas se ocupavam com a honra de Deus e o bem das pessoas, preservando e promovendo a vida. Eles compreenderam, grosso modo, a máxima de S. Inácio: “Cada qual esteja convencido de que tanto mais progredirá em todas as coisas espirituais, quanto mais se libertar do seu amor-próprio, vontade e interesse” (EE. 189). Na audiência geral de 9 de setembro de 2020, o Papa Francisco disse: “a crise que estamos vivendo devido à pandemia atinge todos; podemos sair dela melhores se todos juntos procurarmos o bem comum; caso contrário sairemos piores. Infelizmente, estamos assistindo ao surgimento de interesses particulares. Por exemplo, há quem deseje apropriar-se de possíveis soluções, como no caso das vacinas e depois vendê-las aos outros. Algumas pessoas aproveitam-se da situação para fomentar divisões: para procurar vantagens econômicas ou políticas, gerando ou aumentando os conflitos. Outros simplesmente não se importam com o sofrimento dos outros, passam adiante e seguem o seu caminho, como fizeram o sacerdote e o levita da parábola do bom samaritano (cf. Lc 10, 30-32). São os devotos de Pôncio Pilatos, lavam as mãos. A resposta cristã à pandemia e às consequentes crises socioeconômicas e outras baseia-se no amor, antes de tudo, no amor de Deus que sempre nos precede (cf. 1 Jo 4, 19). (...) O verdadeiro amor, que nos torna fecundos e livres, é sempre expansivo e inclusivo. Este amor cuida, cura e faz bem”. É esse amor pelo ser humano que levou São José de Anchieta e os seus Companheiros jesuítas a socorrerem as pessoas. Sem solidariedade, sem compromisso com a vida humana não haverá vitória sobre essa e outras pandemias. Sem vencer a pandemia do vírus letal do egoísmo que impede a pessoa de sair de si mesma, nós não venceremos a pandemia da Covid-19 e da fome que mata diariamente milhares de pessoas. O tempo que nós vivemos requer resiliência. É uma graça a ser pedida a Deus. A resiliência é a capacidade de reagir às dificuldades; ela é nutrida pelo empenho, pelo controle e autocontrole, e pela capacidade de enfrentar os desafios da existência humana. Não nos acomodemos. É necessário uma atitude proativa, como a de Nóbrega, Anchieta e outros tantos jesuítas que nos precederam nesta terra brasilis. Um dos grandes inimigos da vida humana é a passividade, isto é, sofrer os acontecimentos sem reagir. S. Inácio recomenda o “agir contra”. Anchieta é, nisso, um exemplo para todos nós. São José de Anchieta interceda junto a Deus por nós! Voltar a "Notícias"









