Concerto de órgão – Maria Mokhova

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Única apresentação da organista russa, Maria Mokhova, no Pateo do Collegio.
Entrada gratuita!

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O curso é voltado aos interessados em compreender a história do Pateo do Collegio e o processo de formação da cidade de São Paulo. A partir de uma visita ao Museu Anchieta, os participantes terão a oportunidade de conhecer as possibilidades de mediação do acervo, assim como as regras e procedimentos necessários para o agendamento de grupos.

O curso é voltado para os profissionais da área do turismo. No entanto, estudantes, professores, agentes culturais e interessados em geral, também podem participar. Os participantes receberão certificado!

O curso acontecerá no dia 13/03 das 9h00 às 12h00. Para participar, é necessário a realização de inscrição por aqui!

Taxa de inscrição R$ 15,00 (quinze reais).

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O Pateo do Collegio recebeu a visita do Superior Geral dos Jesuítas, padre Arturo Sosa, na quarta-feira (25/10/17). Durante a visita guiada pelas dependências do Memorial, o Padre Geral da Companhia de Jesus demonstrou tranquilidade e alegria por estar em uma obra tão significativa do ponto de vista histórico para os jesuítas. Berço da fundação da cidade de São Paulo, o Pateo do Collegio foi um dos poucos patrimônios históricos devolvidos à Ordem religiosa depois da sua expulsão do Brasil, em 1759.

Pe. Arturo Sosa comentou que já havia estado nas dependências do Pateo do Collegio em uma breve passagem por São Paulo. No entanto, na ocasião, não teve a oportunidade de conhecer mais de perto o trabalho desempenhado pela obra como um todo.

Memorial da Companhia de Jesus em São Paulo, o Pateo do Collegio é o marco da fundação da cidade, nascida de uma missão dos jesuítas no país. Nesta obra, podemos mergulhar na história da cidade de São Paulo e da Ordem religiosa. Localizado no coração da capital paulista, o complexo dispõe de Igreja, Museu, Biblioteca e Café, além de possuir suas extensões na cidade de Embu das Artes, com o Museu de Arte Sacra dos Jesuítas e as Oficinas Culturais Anchieta (OCA), projeto social que atende 200 crianças e adolescentes em situação de risco, no contra turno escolar. O Padre Geral agradeceu pessoalmente aos colaboradores da obra.

Ao meio-dia, foi realizada uma celebração eucarística com a presença de jesuítas e leigos de diversas obras da capital e do Brasil. Na ocasião, rememorou-se o dia de Santo Antônio de Santana Galvão, santo franciscano que teve parte de sua formação inicial com os jesuítas e ficou conhecido como o “homem da paz e da caridade”. O Pe. Arturo Sosa destacou a relação fraterna que une jesuítas e franciscanos e lembrou que, ao escolher o nome papal, Jorge Bergoglio, o primeiro Papa jesuíta, optou por ser chamado de Francisco em razão de São Francisco de Assis. O jesuíta lembrou ainda que Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, também se inspirou em Francisco de Assis em seu processo de abdicação dos bens materiais, estar próximo dos menos favorecidos e encontrar Deus em todas as coisas. A visita do Superior Geral ao Memorial encerrou-se com um almoço, para então seguir com sua agenda na capital paulista.

Fonte: Equipe do Pateo do Collegio

Fotos: Núcleo de Comunicação da Província dos Jesuítas do Brasil-BRA/Ir. Lucemberg, S.J.

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No próximo dia 16 realizaremos uma visita monitorada pelo acervo do Museu Anchieta.

Inscrições gratuitas! Garanta logo a sua vaga 🙂

 

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Aethiopum semper servus

São Pedro Claver foi um jesuíta espanhol missionário em Cartagena (Colômbia). Nascido em junho de 1580, Claver chegou à América ainda estudante, com exatos 30 anos de idade. Após um ano de trabalho em Bogotá para terminar sua formação, Pedro Claver partiu para Cartagena, cidade portuária onde desembarcavam milhares de escravos chegados da África.

Claver seguiu a vocação missionária inspirado pelo também santo Afonso Rodrigues ainda na Europa. Já em continente americano, Pedro Claver teve contato com o livro “Da salvação dos pretos” do seu predecessor jesuíta Afonso de Sandoval. Este livro tornou-se o código catequístico de Pedro Claver.

Durante toda a sua atividade missionária, Claver dedicou especial atenção aos mais necessitados e marginalizados: os escravos africanos. Os relatos da época contam cerca de 300 mil escravos batizados pelo jesuíta. Para poder catequizar os escravos, Claver formou um grupo de intérpretes negros que o auxiliavam. Assim que aportava um navio negreiro, Claver chegava para ampará-los, consolá-los, batizar os moribundos e curar os doentes. Após o desembarque, passava dias a instruir os escravos e depois batizava-os com nomes cristãos.

No hospital de Cartagena trabalhou intensamente na conversão e cura, tanto dos escravos como de mulçumanos e protestantes. Cumpriu heroicamente seu voto de tornar-se escravo dos escravos durante toda a sua vida.

Em 1650 uma grave epidemia de peste acometeu o colégio jesuíta de Cartagena e Pedro Claver adoeceu, passando longos quatro anos de sofrimento até sua morte em 08 de setembro de 1654. Foi beatificado em 1851 pelo Papa Pio IX e canonizado em 1888 pelo Papa Leão XIII. À época da canonização, Leão XIII afirmou: “Depois da vida de Cristo, nenhuma vida me comoveu tão profundamente como a do grande apóstolo S. Pedro Claver”.

 

Para saber mais sobre a vida do santo jesuíta defensor dos escravos, consulte o acervo da nossa biblioteca. Materiais disponíveis para consulta de terça à sexta-feira, das 9 às 16h30.

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