SÁBADO VII DA PÁSCOA – A.D. 2016

Exemple

Textos: At 1, 15-17.20-26; Sl 112(113); Jo 15, 9-17.

 

O amor que Jesus tem por nós é um amor capaz de ir “até o fim” (cf. Jo 13,1); é com esse imenso amor que o Pai ama o Filho. O convite feito aos discípulos é de permanecerem no amor de Jesus, isto é, de experimentarem e viverem o amor com o qual eles são amados por Jesus. O amor com o qual Jesus ama os discípulos deve ser a medida do amor fraterno. Nem mais nem menos! O amor é a força da vida, um dinamismo de entrega sem reservas ou condições; é um extasis, saída do eu fechado em si para o dom aos outros. O amor é uma verdadeira páscoa. É esse amor que está na origem da escolha dos discípulos por Jesus. É esse mesmo amor que deve ser vivido e testemunhado na comunidade cristã. Os discípulos, escolhidos por Jesus não têm qualquer mérito na sua vocação, pois, foi o Senhor quem tomou a iniciativa de encontrá-los onde eles estavam. O fruto que se espera de quem é chamado é o amor fraterno. A realização do mandato do amor é a condição de uma vida cristã autêntica. Lembremo-nos de que o amor é a expressão máxima da vida cristã (cf. 1Co 13).

P. Carlos Alberto Contieri, SJ.

 


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