QUARTA-FEIRA VII DA PÁSCOA – A.D. 2016

Exemple

Textos: At 20, 28-38; Sl 67(68); Jo 17, 11-19.

 

A oração que o Filho dirige ao Pai em favor de seus discípulos é que o Pai cuide deles, os proteja e os mantenha unidos, como o Pai e o Filho vivem numa perfeita unidade. Efetivamente, quando de sua vida terrestre, Jesus cuidou dos seus discípulos qual um bom pastor cuida de suas ovelhas: conduzindo-as às verdadeiras pastagens, protegendo-as dos inimigos e, finalmente, dando a sua própria vida por elas (cf. Jo 10,1-18). A comunhão de Jesus com o Pai é que permitiu a Jesus realizar a obra do Pai e, por isso, engajar toda a sua vida em realizar a vontade do Pai que ele considera como sendo seu alimento (cf. Jo 4, 34). A unidade dos discípulos é fundamental para levar a cabo a missão do Senhor; o apoio mútuo é condição indispensável para não esmorecer diante da perseguição do mundo. Fazer a vontade do Pai e entregar-se para que as ovelhas não se dispersassem e tivessem vida em plenitude é a alegria com que Jesus viveu a sua vida. Dessa alegria os discípulos participam na medida em que cumpram o mandamento do amor fraterno e se engajem na realização da vontade de Deus. Fazer a vontade do Pai e entregar-se para que as ovelhas não se dispersassem e tivessem vida em plenitude é a alegria com que Jesus viveu a sua vida. Dessa alegria os discípulos participam na medida em que cumpram o mandamento do amor fraterno e se engajem na realização da vontade de Deus.

P. Carlos Alberto Contieri, SJ

 


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