Abaixo os jesuítas e os padres, 1879

abaixo os jesuitas e os padresABAIXO os jesuitas e os padres!. Traduzido da 25 edição. Porto: Francisco Pereira D´Azevedo, 1879. 28 p.

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monita secretaAQUAVIVA, Claudio. Monita secreta (instrucções secretas dos jesuitas). Lisboa: Imprensa Africana, [s.d.]. 70 p. (Propaganda Liberal)

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contra os jesuitasFREITAS, Sena. Contra os jesuitas (Representação dirigida aos poderes publicos). Braga: Depositarios Cruz & Compª, [1881]. 15 p.

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Exemple

Textos: At 16, 1-10; Sl 99(100); Jo 15, 18-21.

 

A missão cristã encontra resistência, oposição e perseguição em razão da união dos discípulos com o Senhor (Mt 10, 24-25; Jo 13, 16; 15, 20). É bastante provável que em nosso texto de hoje, “mundo” represente a sinagoga que persegue os cristãos até à morte (cf. At 7; 9, 1-2). No envio dos discípulos, Jesus os prevenia para a possibilidade de resistência violenta contra a missão cristã (cf. Lc 10, 3; Mt 10, 16). Já no prólogo do evangelho, João anuncia a rejeição do Verbo de Deus (cf. 1, 5.10). No diálogo catequético-batismal de Jesus com Nicodemos, Jesus apresenta o motivo da rejeição da luz por parte dos homens: “porque suas obras eram más” (3, 19). É em razão da configuração da vida à Cristo que o discípulo é perseguido (cf. v. 18). Mas, é nessa comunhão com o Senhor que o discípulo deve encontrar o apoio para enfrentar a rejeição, a perseguição e até a ameaça da própria vida, e não sucumbir diante das adversidades próprias da missão. A razão da perseguição ou do ódio do mundo por aquilo que é de Deus é dupla: ignorância e falta de fé. Os perseguidores desconhecem o Pai e, por isso, não reconhecem que Ele enviou Jesus (v. 21). No tempo da perseguição por causa da fé, é preciso olhar para o Senhor que foi perseguido e rejeitado para aprender dele: não obstante toda perseguição, rejeição e traição por parte do seu próprio povo e discípulos, ele sempre se manteve fiel ao Deus que nunca o abandonou.

P. Carlos Alberto Contieri, SJ.

 

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Exemple

Textos: Jr 7, 23-28; Sl 94(95); Lc 11, 14-23.

 

Enquanto sobe para Jerusalém, Jesus vai semeando a vida, não obstante a resistência de seus opositores. O leitor do evangelho está melhor informado do que os que fazem oposição a Jesus, pois ele sabe, pelo relato do batismo, que Jesus foi revestido do Espírito Santo (cf. 3, 21-22; 4, 1.18). Por isso, causa estranheza quando aqueles anônimos fazem a afirmação contrária. O mal que, enigmaticamente, age no ser humano distorce a palavra e torna difícil a comunicação. Um exemplo disso é o relato da torre de babel (Gn 11, 1-9). Efetivamente, o mal confunde, impede de falar bem e de bem falar. A palavra é dada ao homem para a sua comunicação com seu Criador e com os seus semelhantes. A palavra adquire seu pleno sentido no bem dizer e no dizer o bem. O mal interrompe esta comunicação. Jesus, no entanto, restabelece pela sua presença tal intercâmbio. Na segunda parte de sua obra, Lucas diz que é o Espírito Santo quem faz falar as maravilhas de Deus (cf. At 2, 1-11) e dá à palavra seu verdadeiro sentido. Expulsando o demônio que impedia de falar, Jesus faz o mudo renascer para a palavra. Considerar que é por Beelzebul que Jesus expulsa os demônios é um juízo distorcido, equivocado, falta de discernimento. É confundir o Espírito Santo com Beelzebul. Eis aí o verdadeiro mal!

P. Carlos Alberto Contieri, SJ.

 

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