Encontro Temático – Embu e o Patrimônio

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Encontro Temático – Embu e o Patrimônio: teorias de restauro, práticas de preservação

A partir do processo de restauro e tombamento da igreja de Nossa Senhora do Rosário, vamos abordar e discutir a preservação do patrimônio no Brasil. Haverá certificado para os participantes. O curso é voltado a todos aqueles que se interessam pelo tema e acontecerá no dia 26/10/2019, das 09h00 às 12h00. Curso gratuito.

 

Maiores informações: masj@pateodocollegio.com.br

Local: Museu de Arte Sacra dos Jesuítas. Largo dos Jesuítas, 67. Centro. Embu das Artes – SP.

 

INSCRIÇÕES: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfLwZ9uvGdHzoRTwLGTDAnuFkIc7opD6iS1Zal2Gn59HSkzKg/viewform?vc=0&c=0&w=1

 

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Aethiopum semper servus

São Pedro Claver foi um jesuíta espanhol missionário em Cartagena (Colômbia). Nascido em junho de 1580, Claver chegou à América ainda estudante, com exatos 30 anos de idade. Após um ano de trabalho em Bogotá para terminar sua formação, Pedro Claver partiu para Cartagena, cidade portuária onde desembarcavam milhares de escravos chegados da África.

Claver seguiu a vocação missionária inspirado pelo também santo Afonso Rodrigues ainda na Europa. Já em continente americano, Pedro Claver teve contato com o livro “Da salvação dos pretos” do seu predecessor jesuíta Afonso de Sandoval. Este livro tornou-se o código catequístico de Pedro Claver.

Durante toda a sua atividade missionária, Claver dedicou especial atenção aos mais necessitados e marginalizados: os escravos africanos. Os relatos da época contam cerca de 300 mil escravos batizados pelo jesuíta. Para poder catequizar os escravos, Claver formou um grupo de intérpretes negros que o auxiliavam. Assim que aportava um navio negreiro, Claver chegava para ampará-los, consolá-los, batizar os moribundos e curar os doentes. Após o desembarque, passava dias a instruir os escravos e depois batizava-os com nomes cristãos.

No hospital de Cartagena trabalhou intensamente na conversão e cura, tanto dos escravos como de mulçumanos e protestantes. Cumpriu heroicamente seu voto de tornar-se escravo dos escravos durante toda a sua vida.

Em 1650 uma grave epidemia de peste acometeu o colégio jesuíta de Cartagena e Pedro Claver adoeceu, passando longos quatro anos de sofrimento até sua morte em 08 de setembro de 1654. Foi beatificado em 1851 pelo Papa Pio IX e canonizado em 1888 pelo Papa Leão XIII. À época da canonização, Leão XIII afirmou: “Depois da vida de Cristo, nenhuma vida me comoveu tão profundamente como a do grande apóstolo S. Pedro Claver”.

 

Para saber mais sobre a vida do santo jesuíta defensor dos escravos, consulte o acervo da nossa biblioteca. Materiais disponíveis para consulta de terça à sexta-feira, das 9 às 16h30.

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seminárioSEMINÁRIO Menor do Coração de Jesus: Escola Apostólica dos Padres Jesuítas. [Porto: Tip. Costa Carregal, 1932]. 42 p.

 

 

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Textos: At 16, 1-10; Sl 99(100); Jo 15, 18-21.

 

A missão cristã encontra resistência, oposição e perseguição em razão da união dos discípulos com o Senhor (Mt 10, 24-25; Jo 13, 16; 15, 20). É bastante provável que em nosso texto de hoje, “mundo” represente a sinagoga que persegue os cristãos até à morte (cf. At 7; 9, 1-2). No envio dos discípulos, Jesus os prevenia para a possibilidade de resistência violenta contra a missão cristã (cf. Lc 10, 3; Mt 10, 16). Já no prólogo do evangelho, João anuncia a rejeição do Verbo de Deus (cf. 1, 5.10). No diálogo catequético-batismal de Jesus com Nicodemos, Jesus apresenta o motivo da rejeição da luz por parte dos homens: “porque suas obras eram más” (3, 19). É em razão da configuração da vida à Cristo que o discípulo é perseguido (cf. v. 18). Mas, é nessa comunhão com o Senhor que o discípulo deve encontrar o apoio para enfrentar a rejeição, a perseguição e até a ameaça da própria vida, e não sucumbir diante das adversidades próprias da missão. A razão da perseguição ou do ódio do mundo por aquilo que é de Deus é dupla: ignorância e falta de fé. Os perseguidores desconhecem o Pai e, por isso, não reconhecem que Ele enviou Jesus (v. 21). No tempo da perseguição por causa da fé, é preciso olhar para o Senhor que foi perseguido e rejeitado para aprender dele: não obstante toda perseguição, rejeição e traição por parte do seu próprio povo e discípulos, ele sempre se manteve fiel ao Deus que nunca o abandonou.

P. Carlos Alberto Contieri, SJ.

 

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Textos: Jr 7, 23-28; Sl 94(95); Lc 11, 14-23.

 

Enquanto sobe para Jerusalém, Jesus vai semeando a vida, não obstante a resistência de seus opositores. O leitor do evangelho está melhor informado do que os que fazem oposição a Jesus, pois ele sabe, pelo relato do batismo, que Jesus foi revestido do Espírito Santo (cf. 3, 21-22; 4, 1.18). Por isso, causa estranheza quando aqueles anônimos fazem a afirmação contrária. O mal que, enigmaticamente, age no ser humano distorce a palavra e torna difícil a comunicação. Um exemplo disso é o relato da torre de babel (Gn 11, 1-9). Efetivamente, o mal confunde, impede de falar bem e de bem falar. A palavra é dada ao homem para a sua comunicação com seu Criador e com os seus semelhantes. A palavra adquire seu pleno sentido no bem dizer e no dizer o bem. O mal interrompe esta comunicação. Jesus, no entanto, restabelece pela sua presença tal intercâmbio. Na segunda parte de sua obra, Lucas diz que é o Espírito Santo quem faz falar as maravilhas de Deus (cf. At 2, 1-11) e dá à palavra seu verdadeiro sentido. Expulsando o demônio que impedia de falar, Jesus faz o mudo renascer para a palavra. Considerar que é por Beelzebul que Jesus expulsa os demônios é um juízo distorcido, equivocado, falta de discernimento. É confundir o Espírito Santo com Beelzebul. Eis aí o verdadeiro mal!

P. Carlos Alberto Contieri, SJ.

 

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