Mini Curso de Guias de Turismo

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No último dia 21 (quinta-feira), o Museu Anchieta promoveu a primeira edição de 2019 do mini curso para Guias de Turismo. Intitulado “História do Pateo do Collegio: roteiros no local de origem da cidade” o curso visa servir de subsídio para todos os agentes culturais que realizam monitorias em nossa Instituição.

Agradecemos a todos os participantes pela presença e informamos que teremos outras edições deste mesmo curso ao longo do ano! Fique atento à nossa agenda para não perder os prazos de inscrição!

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O Pateo do Collegio disponibilizará, a partir do I Domingo da Quaresma, as homilias proferidas pelo Pe. Carlos Contieri, SJ em formato de vídeo.

As homilias poderão ser acessadas pelo nosso canal do Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCd8qIVpJGNqPXHRlVR-8v8g/feed

 

Segue o link da homilia deste domingo:

 

 

Ajude-nos a divulgar!

 

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História do Pateo do Collegio: roteiros no local de origem da cidade

No próximo dia 21 de março, o Museu Anchieta promoverá a primeira edição de 2019 do minicurso sobre a história do Pateo do Collegio. Esta atividade é voltada aos profissionais de Turismo, guias e agentes culturais como subsídio para suas monitorias em nossa Instituição.

As inscrições serão realizadas por e-mail (agendamento@pateodocollegio.com.br) e será cobrada uma taxa de R$ 15 (quinze reais) para realização do minicurso. Todos os que participarem da atividade receberão em seu e-mail de cadastro o material de apoio (um resumo das informações explanadas durante o curso) e o certificado.

Dúvidas e sugestões, favor entrar em contato no e-mail museu@pateodocollegio.com.br ou pelo telefone (11) 3105-6899.

 

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No período de 08 a 23 de março de 2019 o Brasil receberá a visita do Monsenhor Marco Frisina, compositor e maestro de Música Sacra. Ele passará por São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Aparecida, realizando Conferências, Concertos e Celebrações. Confira todas as informações aqui.

Garanta sua vaga! As inscrições são limitadas.

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Em cartaz a partir do dia 25 de janeiro

Demonstração da riqueza cultural brasileira, as peças que compõem a exposição ‘Aldeia: arte e cotidiano indígena’ são expressões de modos de vida tradicionais de povos indígenas que, em sua pluralidade, conseguem manter viva a história e a memória dos habitantes originários do Brasil.

A exposição é composta por três coleções: o acervo doado pela família Villas-Bôas na década de 1980, que abarca a produção de aldeias da região do atual Parque Nacional do Xingu (MT) e é fruto da Expedição Roncador-Xigu; o acervo doado por Alexandre Yazbek Jr., proveniente da Expedição Couto de Magalhães (TO) realizada em 1951; e um acervo de peças produzidas por aldeias Guarani do Estado de São Paulo.

Essas peças nos ajudam a conhecer uma história e uma cultura que é indígena, mas também brasileira: a nossa história. Preservar essa cultura não é cuidar de um patrimônio histórico apenas, mas cuidar de um patrimônio vivo, tangível e atual.

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“Os louvores de Deus abrem o nosso coração à beleza do Senhor e nos ajudam a elevar a alma em direção a Ele, com a oração cantada que envolve a alma, o coração, a mente e o corpo, trazendo-os à presença de Deus”, disse monsenhor Marco Frisina sobre o CD “Eis me aqui, Senhor”, gravado nos estúdios Paulinas-COMEP, que reuniu o Coro da Arquidiocese de Campinas e Schola Cantorum do Pateo do Collegio.

Frisina é um padre católico italiano, compositor, diretor da Pastoral Worship Center do Vaticano e autor de músicas que fizeram parte da trilha sonora de grandes filmes e de canções interpretadas por corais de todo o mundo.

O autor, que estará no Brasil em março de 2019, descreve a importância do canto na liturgia: “Cantar não significa nunca se exibir ou embelezar a liturgia com o nosso canto; significa, em vez disso, testemunhar com tudo de si a nossa fé e o nosso amor. A música eleva os corações e nos une aos nossos irmãos, fazendo-os experimentar o milagre da comunhão. O canto molda em nós a imagem do orante perfeito, daquele que faz da própria vida um canto de amor a Deus”. Um dos destaques do CD é o hino composto em homenagem a padroeira do Brasil. Uma súplica à mãe de Deus para que intervenha por nossas mazelas e proteja a nossa nação.O álbum “Eis-me aqui, Senhor”, da gravadora Paulinas-COMEP, lançado em parceria com o Coro da Arquidiocese de Campinas e com a Schola Cantorum do Pateo do Collegio, chega às plataformas digitais e às Paulinas Livrarias de todo o Brasil. Para celebrar e agradecer este novo trabalho, a Schola Cantorum convida para a Missa em Ação de Graças no dia 21 de outubro, no Pateo do Colégio. A missa contará com as canções do álbum em sua liturgia, acompanhada pelo órgão de tubos da igreja.

A Schola Cantorum, fundada em 2005 pelo Pe. Carlos Alberto Contieri, sj, é composta por membros da Comunidade do Pateo do Collegio, local de fundação da cidade de São Paulo. Por meio do canto na liturgia e de concertos de música sacra, a Schola se tornou referência de qualidade neste cenário. Desde 2009, está sob a direção do mestre de capela e organista titular do Pateo do Collegio, Felipe Bernardo.

O CD e Caderno de Partituras está à venda em nossa loja, nas Paulinas de todo o Brasil e nas principais plataformas digitais digitais de música:

iTunes: http://bit.ly/EisMeAquiSenhoriTunes
Google Play: http://bit.ly/EisMeAquiSenhorGooglePlay
Spotify: http://bit.ly/EisMeAquiSenhorSpotify
Deezer: http://bit.ly/EisMeAquiSenhorDeezer
YouTube Music: http://bit.ly/EisMeAquiSenhorYouTubeMusic

Para ouvir na íntegra o Hino a Nossa Senhora Aparecida, clique AQUI!

 

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Amar e Viver SP

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Amar e Viver São Paulo é uma homenagem a esta fascinante metrópole, principal centro urbano da América Latina. Como ferramenta de difusão cultural, a exposição promove o centro histórico da cidade e desperta a cidadania e o amor por São Paulo.

A artista plástica e escritora Nilda Luz enfoca nas suas telas a sua cidade natal, onde a miscigenação de etnias gera culturas variadas que se expressam perpetuadas em sua diversidade, sua arquitetura, em sua arte, em sua poesia e na rica gastronomia paulistana.

A mostra conta com 30 obras da artista compostas por pinturas acrílicas sobre tela e painéis de grande porte. Durante seis meses serão ainda programadas palestras e atividades de oficina, e o lançamento de um catálogo com ilustrações das obras e textos da autora que ressaltam fatos históricos, culturais e paisagens que dialogam com a memória e a transformação da cidade.

Ao traçar um plano cultural arrojado a partir do espaço do Pateo do Collegio, onde nasce a cidade, a exposição reflete o dinamismo e a face cosmopolita paulistana, propiciando a seus moradores e visitantes a emotiva experiência de Amar e Viver São Paulo.

 

Período da exposição:

25/01 à 16/12/2018 de Terça a Domingo das 9h às 16h30

Praça Pateo do Collegio nº2 Centro de São Paulo

fácil acesso pelas estações do metrô Sé e São Bento.

 

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O Pateo do Collegio recebeu a visita do Superior Geral dos Jesuítas, padre Arturo Sosa, na quarta-feira (25/10/17). Durante a visita guiada pelas dependências do Memorial, o Padre Geral da Companhia de Jesus demonstrou tranquilidade e alegria por estar em uma obra tão significativa do ponto de vista histórico para os jesuítas. Berço da fundação da cidade de São Paulo, o Pateo do Collegio foi um dos poucos patrimônios históricos devolvidos à Ordem religiosa depois da sua expulsão do Brasil, em 1759.

Pe. Arturo Sosa comentou que já havia estado nas dependências do Pateo do Collegio em uma breve passagem por São Paulo. No entanto, na ocasião, não teve a oportunidade de conhecer mais de perto o trabalho desempenhado pela obra como um todo.

Memorial da Companhia de Jesus em São Paulo, o Pateo do Collegio é o marco da fundação da cidade, nascida de uma missão dos jesuítas no país. Nesta obra, podemos mergulhar na história da cidade de São Paulo e da Ordem religiosa. Localizado no coração da capital paulista, o complexo dispõe de Igreja, Museu, Biblioteca e Café, além de possuir suas extensões na cidade de Embu das Artes, com o Museu de Arte Sacra dos Jesuítas e as Oficinas Culturais Anchieta (OCA), projeto social que atende 200 crianças e adolescentes em situação de risco, no contra turno escolar. O Padre Geral agradeceu pessoalmente aos colaboradores da obra.

Ao meio-dia, foi realizada uma celebração eucarística com a presença de jesuítas e leigos de diversas obras da capital e do Brasil. Na ocasião, rememorou-se o dia de Santo Antônio de Santana Galvão, santo franciscano que teve parte de sua formação inicial com os jesuítas e ficou conhecido como o “homem da paz e da caridade”. O Pe. Arturo Sosa destacou a relação fraterna que une jesuítas e franciscanos e lembrou que, ao escolher o nome papal, Jorge Bergoglio, o primeiro Papa jesuíta, optou por ser chamado de Francisco em razão de São Francisco de Assis. O jesuíta lembrou ainda que Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, também se inspirou em Francisco de Assis em seu processo de abdicação dos bens materiais, estar próximo dos menos favorecidos e encontrar Deus em todas as coisas. A visita do Superior Geral ao Memorial encerrou-se com um almoço, para então seguir com sua agenda na capital paulista.

Fonte: Equipe do Pateo do Collegio

Fotos: Núcleo de Comunicação da Província dos Jesuítas do Brasil-BRA/Ir. Lucemberg, S.J.

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Aethiopum semper servus

São Pedro Claver foi um jesuíta espanhol missionário em Cartagena (Colômbia). Nascido em junho de 1580, Claver chegou à América ainda estudante, com exatos 30 anos de idade. Após um ano de trabalho em Bogotá para terminar sua formação, Pedro Claver partiu para Cartagena, cidade portuária onde desembarcavam milhares de escravos chegados da África.

Claver seguiu a vocação missionária inspirado pelo também santo Afonso Rodrigues ainda na Europa. Já em continente americano, Pedro Claver teve contato com o livro “Da salvação dos pretos” do seu predecessor jesuíta Afonso de Sandoval. Este livro tornou-se o código catequístico de Pedro Claver.

Durante toda a sua atividade missionária, Claver dedicou especial atenção aos mais necessitados e marginalizados: os escravos africanos. Os relatos da época contam cerca de 300 mil escravos batizados pelo jesuíta. Para poder catequizar os escravos, Claver formou um grupo de intérpretes negros que o auxiliavam. Assim que aportava um navio negreiro, Claver chegava para ampará-los, consolá-los, batizar os moribundos e curar os doentes. Após o desembarque, passava dias a instruir os escravos e depois batizava-os com nomes cristãos.

No hospital de Cartagena trabalhou intensamente na conversão e cura, tanto dos escravos como de mulçumanos e protestantes. Cumpriu heroicamente seu voto de tornar-se escravo dos escravos durante toda a sua vida.

Em 1650 uma grave epidemia de peste acometeu o colégio jesuíta de Cartagena e Pedro Claver adoeceu, passando longos quatro anos de sofrimento até sua morte em 08 de setembro de 1654. Foi beatificado em 1851 pelo Papa Pio IX e canonizado em 1888 pelo Papa Leão XIII. À época da canonização, Leão XIII afirmou: “Depois da vida de Cristo, nenhuma vida me comoveu tão profundamente como a do grande apóstolo S. Pedro Claver”.

 

Para saber mais sobre a vida do santo jesuíta defensor dos escravos, consulte o acervo da nossa biblioteca. Materiais disponíveis para consulta de terça à sexta-feira, das 9 às 16h30.

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