Museu Anchieta

Museu Anchieta

Maquete e Mapas
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Sala SJ
Sala Relíquias

Inaugurado em 1979, tem como missão resgatar a memória e importância do local, proporcionando reflexões a cerca da fundação de São Paulo e, sobre o papel dos jesuítas no dia-a-dia desses primeiros habitantes.

O acervo do museu é predominantemente composto de peças de arte sacra que remetem à vida social paulistana intrinsecamente ligada a religiosidade dos primórdios da cidade. As peças compreendem desde o século XVI ao XX, do antigo Colégio de São Paulo, objetos dos primeiros fundadores, peças do cotidiano, arte sacra, pinacoteca, dentre outras.

O edifício no qual está instalado trata-se de um memorial construído no século XX, e que preserva duas paredes remanescentes dos séculos XVI e XVII.

Com o auxílio de painéis, mapas, textos explicativos, maquete e pinacoteca, os visitantes podem contextualizar histórica, geográfica e artisticamente, a fundação da cidade, e as transformações sofridas no local de 1554 até os nossos dias. Além de sala com amplo acervo de relíquias de Santos e Mártires da Igreja Católica.

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O Museu de Arte Sacra dos Jesuítas (MASJ) dedica-se à pesquisa e difusão de seu acervo por meio de cursos, publicações e projetos culturais. Com esse objetivo, o setor educativo do MASJ criou, em 2015, a série Encontros Temáticos que visa a divulgar aos mais diversos públicos a riqueza, importância e singularidade existentes em nossas coleções.

A série foi pensada inicialmente enquanto um projeto voltado para a formação de professores e, nesse sentido, pretendíamos mostrar aos docentes as potencialidades de se trabalhar o acervo do MASJ, com seus alunos, em sala de aula. Aos poucos, devido a procura de outros públicos, o projeto foi ampliado. Atualmente todos aqueles que se interessam podem participar!

A proposta dos encontros consiste em, sempre a partir de um objeto ou tema, oferecer aos participantes subsídios para que possam aprofundar seus conhecimentos e estabelecer novos olhares e relações com o acervo. Assim, para cada encontro desenvolvemos um pequeno texto complementar ao que foi explorado no curso, no sentido de oferecer ao participante um material que sintetize e recorde, de maneira didática, o conteúdo abordado.

Em 2017 o projeto Encontros Temáticos deu um passo adiante: a publicação desses textos em forma de uma pequena série de livros, que versam sobre os eixos de patrimônio, mobiliário e música. É com grande prazer que apresentamos os primeiros livros da série: A música nos aldeamentos jesuíticos, Embu e o Patrimônio: teorias de restauro, práticas de preservação e Cotidiano e Mobiliário no aldeamento de Mboy.

Esperamos que, com o auxílio deste material, o leitor possa conhecer um pouco mais sobre a história da Igreja de Nossa Senhora do Rosário e da Companhia de Jesus, assim como o acervo do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas!

Para participar dos Encontros Temáticos, basta acompanhar a programação do museu! Nestes encontros, os participantes terão a oportunidade de conhecer de perto o acervo, dialogar, trocar conhecimentos e informações com os educadores do MASJ e os demais participantes.

 

 

Encontros Temáticos

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Banner Biblioteca DigitalA Biblioteca Digital disponibiliza ao público parte do acervo físico da Biblioteca P. António Vieira que é formado por obras bibliográficas raras e frágeis. A consulta a estes documentos através de arquivo digital garante a preservação do original, além ser acessível pela internet a todo o público interessado.

Até o momento está disponível em versão pública e livremente acessível parte da coleção de Livros raros e Folhetos. Para formar a Biblioteca Digital foram selecionadas apenas aquelas obras que estão dentro dos requisitos legais de Direitos Autorais conforme a legislação brasileira (Lei Federal do Brasil 9610 de 1998/I).

 

LIVROS RAROS

A Biblioteca Digital > Livros raros disponibiliza a referência do documento, a imagem da capa, e o arquivo em PDF com o livro na íntegra para download.

Para maiores informações sobre o documento digitalizado, pode-se acessar o catálogo online fazendo a busca por autor ou título registrados na referência.

 

Companhia de Jesus

 

COLEÇÃO DE FOLHETOS

A Biblioteca Digital > Coleção de Folhetos disponibiliza a referência do documento, a imagem da capa, e o arquivo em PDF com o documento na íntegra para download.

Para maiores informações sobre o documento digitalizado, pode-se acessar o catálogo online fazendo a busca por autor ou título registrados na referência.

Para consultar a lista com todos os títulos das Pastas Temáticas clique aqui

 

Antijesuitismo

 

Colégios jesuíticos

 

São José de Anchieta

 

 

 

 

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Horários

De terça a domingo, e feriados não religiosos. Das 9h00 às 17h00. Fechado das 12h00 às 13h00.

 

Ingressos

Adultos:

R$ 8,00

Estudantes e professores:

R$ 4,00

Idosos, aposentados, crianças até sete anos não pagam!

Endereço

Lg. dos Jesuítas, n° 67
Centro — Embu das Artes – SP
Tel.: +55 (11) 4704-2654

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Últimas obras disponibilizadas:

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A consulta aos materiais é permitida somente no local, em sala de leitura exclusiva para os usuários. O acervo é fechado, sendo permitido o acesso direto somente às obras de referência. O acesso à biblioteca independe de agendamento. Caso o usuário solicite, faz-se consulta e reserva de material através de contato por telefone ou e-mail. A solicitação da pesquisa pode ser por nome do autor, título da obra ou assunto a ser pesquisado.

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Horário de atendimento

Terça a sexta, das 09h às 16h30
Acesso permitido mediante apresentação de documento de identidade na recepção do Museu Anchieta

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Base de dados online

Estamos atualizando nossa base de dados para aprimorar o atendimento. Dessa forma, iniciamos um trabalho em rede com as demais bibliotecas da Província. Para consultar a nossa base de dados acesse:

biblioteca.aneas.org.br

Biblioteca

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Nosso acervo foi constituído a partir de coleções particulares pertencentes a padres residentes na comunidade do Pateo do Collegio, de doações feitas por associações e entidades que funcionaram nesse mesmo espaço e de livros e documentos adquiridos para subsidiar os estudos sobre a causa da canonização de Anchieta.

No ano de 2000, foram integrados, por doação do Colégio São Luís, 3.652 títulos, além do acervo particular do P. Helio Abranches Viotti, SJ eminente historiador da Companhia de Jesus. O Colégio Santo Inácio, do Rio de Janeiro, doou aproximadamente 3.000 livros em maio de 2002. Entre eles encontram-se raridades, como a primeira biografia de Antonio Vieira, escrita pelo P. André de Barros, em 1746.

 Livros raros

Livros raros

Enfoque em obras relativas à Teologia e à Filosofia, tanto em língua portuguesa, quanto em latim. Além disso, a coleção possui a primeira edição dos Sermões do P. Antonio Vieira.

Livros

Coleção voltada à área de Humanidades com enfoque na historiografia acerca da Igreja Católica, da Companhia de Jesus e da Cidade de São Paulo. Esta historiografia abrange desde os clássicos aos trabalhos mais atuais.

 Manuscritos

Manuscritos

Coleção composta de escritos jesuíticos desde o século XVI, como as cartas originais do P. José de Anchieta, datadas de 1556 e 1570. Outro destaque são os manuscritos do jesuíta italiano João Antonil, datados do século XVII.

 Folhetos

Folhetos

Com grande variedade de assuntos, a coleção de folhetos abarca desde catálogos de artes, materiais sobre política do Brasil e folhetos raros de eventos históricos desde o final do século XIX.

Folhetos - Títulos das pastas
 Jornais

Jornais

Coleção de publicações brasileiras composta de títulos e recortes avulsos, com destaque para as notícias de eventos realizados em comemoração ao Quarto Centenário da Cidade de São Paulo (1954) e manchetes acerca da campanha cívica para a reconstrução do Pateo do Collegio.

 Revistas

Revistas

Proeminência dos títulos publicados pela Companhia de Jesus e das publicações de instituições acadêmicas, como institutos históricos e arquivos públicos.

Revistas - Lista de títulos
 Fotografias

Fotografias

Amplo acervo fotográfico, principalmente no que condiz ao cotidiano do clero brasileiro, bem como fotografias dos processos de construção de obras jesuíticas, de eventos políticos, religiosos e sociais.

Materiais especiais

Materiais especiais

Documentos relativos ao processo de canonização do Beato José de Anchieta – cujos originais encontram-se no Vaticano – além de livros cujas capas foram confeccionadas com canela preta (madeira quadricentenária encontrada durante a demolição do Palácio do Governo em 1953).

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O Museu de Arte Sacra dos Jesuítas é constituído por duas coleções: Igreja de Nossa Senhora do Rosário, reunidos ao longo de três séculos, e de objetos oriundos da Igreja de São Gonçalo Garcia – localizada no centro de São Paulo -, que a partir de 2005 passou a integrar o nosso acervo.

Em exposição há imagens sacras confeccionadas durante os séculos 17, 18 e 19, paramentos litúrgicos e objetos utilizados nas celebrações religiosas. Destaca-se o conjunto de imagens de roca e de vestir entalhadas em madeira, uma das principais coleções deste gênero no país. As imagens de vestir eram utilizadas para a recomposição de passagens bíblicas pelos religiosos durante o trabalho da catequese; por vezes não eram inteiramente esculpidas já que posteriormente seriam cobertas por vestimentas. Por sua vez, as imagens de roca eram utilizadas em procissões, por serem mais leves.

Durante a visita também é possível conhecer o belo Altar da Igreja de Nossa Senhora do Rosário e a sua Sacristia, ambos decorados no início do século XVIII, este conjunto artístico é um dos mais relevantes para o estudo da Arte Paulista do período.

 

 

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1553

P. Manuel da Nóbrega após realizar visita ao planalto do Inhambussu (aquele que se vê ao longe) decide ali iniciar uma nova missão para a Companhia de Jesus. Este planalto é cercado por dois rios, Anhangabaú (rio do Deus Anhangá) e Tamanduateí (rio dos Tamanduás). Devido ao fenômeno ocorrido na várzea do rio Tamanduateí, o local passa a ser conhecido como Piratininga (Peixe Seco).

1554

Com a intenção de ensinar e catequizar os indígenas que viviam neste planalto de Piratininga, os jesuítas constroem a primeira escola, feita de pau a pique (técnica de construção com barro, bambu e palha).

1556

Devido ao crescimento do vilarejo, uma escola e igreja foram construídas de taipa de pilão (técnica de construção com barro, plantas, estrume e sangue de animais) pelo P. Afonso Brás, SJ, com equipe organizada e chefiada pelo líder indígena Tibiriçá.

1585

Uma área transversal de taipa de pilão foi construída (parte da parede pode ser vista no jardim do Pateo). A vila de São Paulo foi oficialmente criada e a primeira igreja da Sé foi construída.

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1624

No dia 24 de janeiro Fernão Dias Pais e sua esposa Catarina Camacha doam aos padres do Colégio de São Paulo de Piratininga os indígenas que desceram do sertão e sua fazenda em Mboy.

1632

Fernão e sua esposa desistem da doação das terras e fazem uma “escritura de destrato”.

1640

Devido à tentativa de impedir a escravidão dos indígenas pelos moradores da Capitania de São Vicente, os jesuítas são expulsos de seus colégios (São Paulo, Santos e São Vicente) pelos administradores dessas vilas.

1644

Nasce o P. Belchior de Pontes, SJ, na atual região do Pirajussaraque fica entre os municípios de São Paulo e Taboão da Serra.

1650

Após a primeira expulsão dos jesuítas em 1640 pelos bandeirantes (exploradores de territórios que queriam escravizar indígenas), a escola e a igreja estão muito prejudicadas devido a não conservação do prédio.

1651

Fernão Dias Pais faz testamento e institui como sua herdeira Catarina Camacha. Neste testamento ele deixa alguns bens aos padres da ordem de Nossa Senhora do Carmo.

1653

Os jesuítas voltam para São Paulo em 1653, 13 anos após a primeira expulsão, com o auxílio de Fernão Dias Pais e Catarina Camacha (doadores das terras de Embu).

1655

Após a morte de seu marido, Catarina Camacha faz seu testamento e institui como seu herdeiro o reitor do Colégio de São Paulo de Piratininga. Este testamento só seria aprovado em 1668.

1663

Devido às demandas e dúvidas em relação aos testamentos e às doações feitos até então pelo casal, os jesuítas e os carmelitas fazem acordo a respeito das terras de Mboy, ficando essas com os padres jesuítas.

1668

Catarina Camacha confirma a doação das terras de Mboy aos padres da Companhia de Jesus e exige que seus herdeiros conservem a igreja dedicada à Virgem do Rosário que havia em sua fazenda, solenizando o seu dia.

1670

Padre Belchior de Pontes é aceito na Companhia de Jesus.

1678

A Câmara de São Paulo cita a existência dos aldeamentos de Mboy e Carapicuíba como fazendas ou sítios dos padres do Colégio de São Paulo.

1680

Os padres reconstroem o Colégio de São Paulo, a igreja e a torre são refeitas de taipa de pilão, pedras e cal. A construção durou até 1694.

1689

As aldeias de Mboy e de Itapecerica juntas somam 900 habitantes.

1692

O P. Belchior de Pontes aparece nos catálogos jesuíticos como superior da Aldeia de Carapicuíba.

1695

A Câmara de São Paulo proíbe que sejam alugados os serviços dos indígenas do aldeamento de Mboy.

1698

A construção da igreja de Nossa Senhora do Rosário teria sido iniciada após essa data pelo P. Belchior de Pontes.

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1711

São Paulo se tornou oficialmente uma cidade.

1719

Morre o P. Belchior de Pontes.

1720

O P. Domingos Machado é superior do aldeamento de Mboy.

1735

Carta Ânua faz menção de que a Capela-mor e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário teriam sido refeitas.

1748

O P. Domingos Machado é o superior do aldeamento de Mboy.

1755

Padre José do Valle é o superior do aldeamento de Mboy.

1757

Atendendo à medida geral adotada pela Companhia de Jesus, é construída uma cripta na Igreja do Colégio de São Paulo de Piratininga.

1759

Padre Thomaz de Villanova e o P. Jozé de Castilho são os responsáveis pelo aldeamento de Mboy.

1759

Pela segunda vez os jesuítas são expulsos, desta vez de todas as colônias portuguesas pelo Marquês de Pombal que por razões políticas confiscou todos os bens dos jesuítas.

1760

Devido à expulsão dos jesuítas, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário é confiada ao clero secular sendo o P. Ignácio Rodrigues Barbosa o primeiro padre Diocesano a assumir. Ele serviu em Mboy nos anos de 1760, 1764 e de 1768 a 1791.

1765

O antigo colégio, que desde a expulsão funcionava como residência da Arquidiocese, é transformado em Palácio dos Governadores. A antiga construção jesuítica, de 1680, começa a ser modificada.

1768

Data da primeira inscrição feita na porta da Sacristia da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Foram inscritos um total de 18 falecimentos e um nascimento entre os anos de 1768 e 1777, que podem ser vistas até hoje.

1776

O edifício do antigo Colégio de São Paulo sofre as primeiras grandes reformas na fachada para abrigar a sede do governo de Morgado de Mateus.

1795

Mboy é elevada à categoria de freguesia com vigário próprio. Assume a Igreja de Nossa Senhora do Rosário o padre diocesano José Joaquim da Silva que ficará até 1807.

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1808

Assume a Igreja de Nossa Senhora do Rosário o padre diocesano Jozé Jacintho Pereira.

1816

Assume a Igreja de Nossa Senhora do Rosário o padre diocesano André Joaquim da Silva Macaré que ficará até 1823. Atualmente é atribuída a este padre a confecção das seguintes imagens do museu: Nossa Senhora das Dores, Senhor dos Passos e a Santa Ceia.

1818

O primeiro registro iconográfico do Pateo do Collegio foi registrado por Thomas Ender.

1824

Assume a Igreja de Nossa Senhora do Rosário como vigário colado o padre diocesano Alexandre Jesus de Azevedo até 1827.

1825

Assume a Igreja de Nossa Senhora do Rosário o padre diocesano Raphael Antonio de Barros.

1828

Assume a Igreja de Nossa Senhora do Rosário o padre diocesano André Joaquim da Silva Macaré que ficará até 1843.

1843

Os jesuítas conseguem retornar para o Brasil, mas ainda ficam longe de suas antigas casas e colégios.

1843

Desta data até 1881, a paróquia de Mboy está anexada à Freguesia de Itapecerica, que no período pertencia ao então município de Santo Amaro.

1877

Inicia-se a urbanização em volta do pátio do antigo colégio dos jesuítas estimulada pela plantação do café no Estado de São Paulo. Em menos de 100 anos, a cidade de São Paulo cresceu muito mais do que havia crescido nos últimos 300 anos.

1880

Cria-se o distrito de paz de Mboy subordinado à Itapecerica da Serra.

1881

Assume a Igreja de Nossa Senhora do Rosário o Vigário José Maria Tedeschi até 1883.

1882

A Paróquia de Mboy é canonicamente instituída.

1884

A igreja de Nossa Senhora do Rosário servia de cemitério até esta data.

1891

O espaço antes utilizado como pátio do colégio dos jesuítas se transforma em praça.

1896

A Igreja de Bom Jesus, administrada pela Diocese na ausência dos jesuítas, é demolida. O antigo pátio do colégio, terreno a frente do antigo colégio de São Paulo dos Jesuítas passa a ser conhecido como Largo do Palácio.

A edificação denominada Palácio do Governo teve a ala perpendicular à igreja demolida e a ala anteriormente pertencente ao colégio ganhou uma fachada em estilo neoclássico na sua entrada principal.

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1903

Assume a Igreja de Nossa Senhora do Rosário o Vigário provisionado João Baptista Argenta até 1905.

1904

A torre foi reformada e uma nova área transversal construída. A Rua Boa Vista foi inaugurada e a velha igreja da Sé foi demolida.

1905

Passou a paróquia de Nossa Senhora do Rosário, por anexação, à jurisdição do Vigário de Cotia.

1908

Término da construção do torreão do Palácio.

1909

O Arcebispo Metropolitano, Dom Duarte Leopoldo e Silva realiza visita canônica à Igreja de Nossa Senhora do Rosário.

1925

Instalação do monumento comemorativo da fundação de São Paulo, esculpido em 1913 por Amadeu Zani (Itália, 1869- Brasil, 1944) no largo do Palácio.

1929

O largo do Palácio que passa a ser chamado de Praça Pátio do Colégio.

1930

Transferência definitiva do governo de São Paulo para os Campos Elíseos. A Secretaria da Educação passa a ocupar o prédio; perda total da identidade não se trata mais de um marco político e administrativo.

1937

O poeta Mário de Andrade visita a Igreja de Nossa Senhora do Rosário.

21/10/1938 — O IPHAN, através da indicação do poeta Mário de Andrade, realiza o tombamento da Igreja de Nossa Senhora do Rosário e de seu acervo.

1940

Início das obras de restauro da Igreja de Nossa Senhora do Rosário que será realizado pelo arquiteto Luís Saia até 1941. Após este período a igreja permanecerá fechada até 1948.

1945

Coleta de quatro mil assinaturas solicitando o restabelecimento do colégio dos jesuítas (livro entregue ao interventor de São Paulo, Dr. Fernando Costa).

1948

A Fundação Maria Auxiliadora recebe do Arcebispo de São Paulo a posse da Igreja de Nossa Senhora do Rosário para realizar ali obras de assistência social.

1953

Nas proximidades das comemorações do IV Centenário da Cidade de São Paulo e com as grandes festividades que isso proporcionaria, é constituída uma comissão para construção de um memorial aos fundadores da cidade de São Paulo, no local onde a cidade nasceu, no antigo colégio dos padres jesuítas. Para isso é retomado o documento com 4000 assinaturas, solicitando o restabelecimento do colégio as inacianos. O sítio histórico da fundação de São Paulo é então devolvido aos jesuítas, como um dos marcos iniciais da comemoração dos 400 anos da cidade, em 1954. O prédio do antigo Palácio dos Governadores, em completo abandono é demolido.

1954

IV Centenário da Cidade de São Paulo, Em 21/01/1954 o governador Lucas Garcez promulgou a lei nº2658 transferindo a Companhia de Jesus o domínio pleno do terreno situado no Pátio do Colégio com área de 2.805 m2 destinada à construção do Colégio e da Igreja “a fim de perpetuar a mais cara tradição do povo paulista”.

O primeiro artigo desta lei impôs a Companhia às obrigações de construir um Colégio e Igreja, “casa de Anchieta”, onde seria organizando um Museu Colonial, manutenção de cursos gratuitos e atividades culturais e conservação das relíquias remanescentes da construção anterior (parede de taipa, cripta).

É construída inicialmente no terreno uma cabana de pau-a-pique como a descrita por Anchieta. E graças ao projeto de Carlos Alberto Gomes de Cardim Filho, foi reconstruído com rigorosa fidelidade arquitetônica do prédio terminado em 1681, utilizando de base a imagem iconográfica dos remanescentes do antigo colégio dos jesuítas, pintada por Thomas Ender e duas fotografias de Augusto Militão.

1958

Fundação da Associação Cívica que tinha o objetivo de tornar a cidade de Embu independente.

18/02/1959 — Promulga-se a lei que estabelece a criação do município de Embu.

1965

Inicio da preparação do solo para construção da Igreja no Pateo do Collegio.

1967

Madre Odette faz a primeira iniciativa de elaborar um Museu Histórico e Religioso dos Jesuítas em Embu.

1968

Madre Odette, juntamente com artistas e moradores, restauram algumas peças do museu.

1973

Falece Madre Odette aos 74 anos.

1975

São realizadas obras de restauro e conservação do teto da Igreja de Nossa Senhora do Rosário pelo IPHAN.

1975

Suspensão da Construção de Igreja do Pateo do Collegio devido a problemas com o Condephaat.

1979

Após 24 aos de processo de construção as obras de reconstrução da Igreja são finalizadas pela Sociedade Brasileira de Educação (representantes administrativas dos jesuítas). Em missa comemorativa é inaugurado o Museu Pe. Anchieta, monumento que recorda a da construção de 1556, assim como a Igreja que passa no ano seguinte a ser chamada de Igreja do Beato José de Anchieta.

1993

A Companhia de Jesus retoma a administração da Igreja de Nossa Senhora do Rosário.

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2005

Reabertura do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas.

2014

Após 397 anos de abertura do processo de canonização, em 3 de abril de 2014, é canonizado São José de Anchieta, pelo Papa Francisco em cerimônia no Vaticano.

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Inaugurada oficialmente em 8 de abril de 2002, a Biblioteca Pe. António Vieira é uma biblioteca privada especializada na História da Companhia de Jesus e da cidade de São Paulo, possuindo também materiais relativos à História Geral e do Brasil, Arte, Biografias, Filosofia, Igreja Católica, Literatura e Viagens. Nosso acervo possui mais de vinte mil volumes catalogados em base de dados que está disponível para acesso local e on-line através do sistema Pergamum.

A biblioteca atende a pesquisadores e estudiosos interessados nos temas que concernem ao nosso acervo. Nossa missão é participar do processo global de democratização da cultura garantindo o acesso gratuito e indiscriminado da população ao seu acervo documental, bem como assegurar a preservação do acervo bibliográfico histórico da Companhia de Jesus em São Paulo.

Biblioteca Padre Antonio Vieira

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